Amnistia Internacional de Chaves
domingo, 15 de dezembro de 2013
Luzes pelos Direitos Humanos
terça-feira, 14 de julho de 2009
Aux Armes Citoyens!!
A Marselhesa e A Portuguesa; dois hinos, dois apelos bélicos que parecem anacrónicos no momento em que Portugal e a França fazem parte da União Europeia, espaço económico e político, norteado por valores e princípios democráticos, e preservando a unidade na diversidade, visa o progresso comum e a manutenção da paz na Europa.
Em França celebra-se hoje, no Quatorze Juillet, o 220º aniversário da Tomada da Bastilha, data que marca o início de uma revolução liberal prometedora de Liberdade, Igualdade e Fraternidade. Os revolucionários de 1789, na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, proclamam que todos nascem livres e iguais em direitos e deveres! A chama libertadora propaga-se pela Europa fora como fogo numa seara.
Mas a promessa de libertação dos povos do jugo feudal depressa cedeu lugar à política opressora levada a cabo por Napoleão Bonaparte. Os exércitos franceses por onde passam deixam um rasto de destruição. A França revolucionária pilha, destrói, domina.
Em Portugal, a corte portuguesa, para fugir ao Bloqueio Continental imposto por Napoleão, foge para o Brasil . Entretanto os exércitos de Napoleão invadem o nosso país por três vezes.
Em Chaves comemorou-se em 25 de Março de 2009, o bicentenário da expulsão das tropas francesas estacionadas no Forte de São Francisco. Para a História ficou o nome do General Silveira em memória do qual foi erguida a estátua equestre

domingo, 9 de setembro de 2007
Férias escolares de Euroluso

A casa chama-se «Entre quem é», numa homenagem a Miguel Torga, que, se fosse vivo, faria 100 anos em 2007. O nome é, também, no plano simbólico, uma alusão à tradicional hospitalidade dos transmontanos. Não se pergunta quem é que bate à porta, manda-se logo entrar.
Na aldeia o tempo foi passado a cortar relva, tirar ervas, arrancar batatas e regar plantas sedentas.


Com maçãs e peras biológicas - a maioria com bicho - fiz compotas. São muitas horas a descascar os frutos e a fazer o doce, mas vale a pena!

Da janela da minha casa eu vi passar ...
A dona Joaquina, uma senhora franzina, viúva, com uma força interior inabalável. Mora só, os filhos estão para a França.
No Verão de 2006 ajudou-me a descarregar tractores de lenha picada. Fiquei impressionado com a sua agilidade e a sua personalidade. Desde então, nutro grande admiração e respeito por ela.
Aquae FlaviaeNas férias, o dia a dia, decorreu entre a aldeia, a 900 metros de altitude, e Chaves. A cidade, com o Programa Polis, está cada vez mais linda. Varandas de Chaves
O centro histórico está bem preservado. As típicas varandas dão a Chaves um encanto peculiar.


Ponte Romana
Há dois mil anos, o Imperador Trajano, para as legiões romanas viajarem de Braccara Augusta a Astorga, mandou construir nas termas de Aquae Flaviae esta bela ponte sobre o Rio Tâmega.
No único fim de semana passado em Trás-os-Montes, durante as férias, em um e dois de Setembro, dei um passeio pelo Barroso e pelo Sul da Galiza, para visitar a Expolimia em Ginço do Lima e a Feira do Oculto em Vilar de Perdizes.
Torre da Igreja Velha. Ginço é uma cidade de dez mil habitantes. Fica situada na fronteira, perto de Montalegre.

Cozinha Galega
Especialidade feita com batatas e urtigas. Uma delícia!

Serra do Larouco
Do outro lado da serra fica Montalegre, Portugal

Fronteira GalegaNesta e noutras passagens da fronteira, os nacionalistas galegos, defensores de aproximação com Portugal e a língua portuguesa, apagam «Espanha» e escrevem o que lhes vai na alma. As autoridades portuguesas, rodoviárias ou alfandegárias, não corrigem; deixam andar!

Carvalho da Forca
Neste carvalho, na Praça do Município de Montalegre, foi publicamente enforcado, em 18 de Setembro de 1844, o último preso, condenado à morte em Portugal. Portugal foi o terceiro país do mundo a abolir a pena de morte.

ChegaLuta entre dois touros. As chegas são uma tradição típica da região barrosã. Cada aldeia tem um touro cobridor, o boi do povo, alimentado por todos os vizinhos.


Na terra das bruxas


Serra do Larouco vista do Planalto da Bolideira

Guardador de ovelhas
Às quais trata carinhosamente pelo nome.

- Para cá do Marão, mandam os que cá estão!...
Sente-se um calafrio. A vista alarga-se de ânsia e de assombro. Que penedo falou? Que terror respeitoso se apodera de nós?
Mas de nada vale interrogar o grande oceano megalítico, porque o nume invisível ordena:
- Entre!
A gente entra, e já está no Reino Maravilhoso."
Entrar ou sair de Trás-os-Montes - O Reino Maravilhoso de Miguel Torga - pela A24, é ter a ter a possibilidade de encontrar neve nas serras de Viseu a Chaves, no Inverno, e ficar deslumbrado com os socalcos do Douro.


