Terça-feira, dia 13 de Novembro, fez-se mais um Magusto de São Martinho.
O dia não começou da melhor maneira: Devido à falta de lenha picada foi necessário comprar carvão e serrar alguns paus. Como um azar nunca vem só, o assador de barro partiu-se! Para remediar a situação, utilizou-se um tabuleiro de alumínio, emprestado pela Dona Maria do Carmo, chefe da cantina. A partir daí, durante mais de três horas, foi só assar castanhas, sem parar!
Estou de partida, espero eu. Fica a Fernandinha, professora de Geografia e com muita genica. Acredito que com ela na escola os magustos vão ter continuidade e ganhar um colorido mais urbano, à moda do Estoril.
Campeã!
Cortou muita castanha.
Aula ao ar livre Texto de apoio nas mãos sobre a Lenda de São Martinho e a produção de castanha em Portuga
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Professora Lurdes Valbom com grupo de alunos
Castanhas e gastronomia
À falta de jeropiga, por imposição legal, bebem-se sumos e saboreia-se bolo de castanhas.
A estalar na brasa! Quentinhas!

Os meninos à volta da fogueira!

Professora Maria Manuel passando A Mensagem ... As armas e os barões assinalados
!A turma das ciências
Mais castanhas!
Nunca tantos alunos trouxeram tantas!
Meus alunos de Sociologia
Não só trouxeram castanhas como ajudaram a cortá-las à moda de Trás-os-Montes!
A professora de Inglês
A Clarinha, é assim que a minha mulher a chama desde que a conheceu no Liceu de Oeiras, é uma habituée. Voltou a não faltar, trazendo ainda os seus alunos e castanhas. 
A iniciativa do magusto, de alguns professores do Departamento de Ciências Sociais, foi aberta a quem aparecesse.
Colegas Cristina e Maria de Lurdes. De 26 de Novembro a 1 de Dezembro vão ser companheiras de viagem ao Parlamento Europeu, em Bruxelas.

Raízes. Conversando com alunos


















